sexta-feira, 10 de julho de 2009

Salmos 42 e 43

Amigos, não me peçam pra sorrir,
Se estou triste estou triste.
Não se trata de gostar da dor
Só não vejo sentido em esconder o coração.
Se estou feliz danço
Mas se estou triste fico no meu canto.

Porque estás abatida oh minha alma?
Gloriam in Excelsis Deo!

Família, não me perguntem o que há,
Se estou triste estou triste.
Amanhã isso vai passar
Pois sei que esta noite bálsamo minha alma encontrará.
Ele não tardará.
Não tardará.

Porque estás abatida oh minha alma?
Gloriam in Excelsis Deo!

Amor, que direi?
Se estou triste estou triste.
Não quero ouvir de ti nada,
Não quero dizer nada pra ti,
Só queria que estivesses aqui,
Só.

Porque estás triste oh minha alma?
Gloriam in Excelsis Deo!

Satanás, ser imundo! Quão inteligente e astuto és! Que adianta? Glória alguma tens.
Se estou triste estou triste.
É isso que querias de mim ouvir? Está dito.
Sabes o que Ele quer de mim, por isso me atacas.
Inimigo de todas as almas, Inimigo de minha alma.
Pelo sangue do Cordeiro, derrotado estás!

Porque estás triste oh minha alma?
Gloriam in Excelsis Deo!

Deus, Pai santo e poderoso,
Estou triste, muito triste.
Defenda-me e fortaleça-me! Venha aqui!
Contigo não tenho medo.
Sim Deus estou triste,
Suplico: Abraça-me esta noite.


Porque estás abatida oh minha alma? Por quê?
Que importa?
Gloriam in Excelsis Deo!
Gloriam in Excelsis Deo!
Soli Deo Gloria!
Soli Deo Gloria!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Salmos 84

Eram cinco os instrumentos de sopro. Não soube identificá-los na hora.
Eram cinco os jovens homens que conduziam os instrumentos.
Era linda a música que tocaram,
Sua glória estava ali!
Senti a beleza do protestantismo, já há algum tempo que não a sentia.
Tudo estava tão lindo,
Harmônico, sereno,
Sua glória estava ali!
Lembrei de Beethoven,
Vi-me vestida de branco,
Um lindo rapaz tinha uma linda barba,
Sua glória estava ali!
Perdi-me entre colcheias e semifusas.
Num momento a melancolia ficou alegre,
A alegria ficou melancólica,
Sua glória estava ali! Ela passeava por aquele Templo.
Os assembleianos tomaram a palavra, tudo mudou de tom.
Sua glória continuava ali!
Pessoas de pele escura, roupas coloridas, pandeiros,
Na África me vi.
Quanta alegria encheu aquele Templo!
Pensei, na sua volta será assim:
Europeus, africanos, americanos,
Batistas, metodistas, assembleianos,
Negros, brancos, corais.
Meu coração vibrava de alegria,
Sua glória estava ali!
Estava nos bancos, nas paredes,
Nos instrumentos, nos lembretes,
No clamor, no ar.
Na barba do lindo rapaz,
Na Sua palavra, nos abraços,
Ela estava também nas lágrimas.
Aleluia! Sua glória estava ali!
Que bom que fui àquele lindo lugar!
Sua glória estava ali!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Solidão Real III

"Eles acham que não tenho espelho.
Sei que sou feia.
Uso e abuso do que está então sobre meu poder.
O sexo dos homens é apenas algo a mais que posso dominar.
Ora, sou Carlota Joaquina. Uma nobre. Que importa se deito com escravos?
Fujo do marasmo desse palacete gélido. Preciso de alguma diversão."

(Diário – 25 de Julho de 1825)

Solidão Real II

Quantas Margot existem por ai!
Saem às ruas em busca de amor.
Seriam elas prostitutas? Acho que não.
Qual o sentido de ter uma casa neste caso?
Não se trata de casa, se trata de lar e calor.
Pobre Margot! Ele não era puta, era?

Solidão Real I

"- Nenhuma mulher merece isso.
Ora bolas, mendigar atenção?!
Ainda mais se tratando da rainha do Egito.
Chamem todos, daremos uma festa.
Nada de tristeza e solidão.
Júlio César, quem ele pensa que é?”

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Brincando

Débora. Débora Rodrigues. Débora de Souza. Débora Rodrigues de Souza. Débora Rodrigues de Souza ? . Deré. Derézinha. Déb. DéboraDeb. Débinha. Déborazinha.

"Minha flor, como você está?"

Tempo Nublado

A culpa é tua, toda tua.
Se dissesses o que é,
Se ao menos dissesses o que não é;
Tudo poderia estar mais claro, menos confuso, menos nublado.
Haveria menos neblina.
A culpa é tua.
Grande besta és tu! Quão burro tu és!